Locação em SP: um dos mercados mais rentáveis do país

Um imóvel alugado na capital paulista costuma render mais do que a média brasileira. O retorno supera até mesmo aplicações indexadas pela Selic. Veja essas e outras comparações

No post anterior, falamos sobre maneiras de medir a rentabilidade de um imóvel para locação e quais os parâmetros para avaliar o retorno oferecido por esse tipo de investimento. Aqui, vamos avançar um pouco mais e detalhar o que a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e o ZAP descobriram analisando os dados de locação dos imóveis de São Paulo ao longo dos últimos anos.

Uma das principais constatações é que, de modo geral, o mercado imobiliário de São Paulo apresenta retornos superiores aos do mercado brasileiro. Entre 2013 e 2021, o rental yield médio <link> da cidade manteve-se acima da média nacional: foi de 6% em janeiro de 2013 para 4,7% em janeiro do ano passado. Já a média das locações do Brasil foi de 5,8% para 4,9% no mesmo período.

Veja também:

Como medir a rentabilidade de um imóvel para locação?

O que o número de locatários e proprietários diz sobre a economia de um país?

Morar de aluguel é a tendência do momento no Brasil?

Esse quadro revela também a baixa volatilidade dos índices de aluguel, o que atesta a solidez e a confiabilidade desses ativos nos mais diversos momentos da economia. Em muitos períodos, a variação foi até mesmo menor que a da Selic.

Outro dado importante é que, de 2018 em diante, as locações mostraram-se também muito mais rentáveis do que as aplicações indexadas pela Selic (descontada a inflação). A mesma conclusão observamos quando comparamos com o Tesouro Direto, embora os indicadores revelem um empate de performance no ano passado. Nesse caso, percebe-se ainda uma correlação entre a flutuação do retorno com aluguéis e dessa modalidade de investimento, já que ambas confluem para um retorno de longo prazo, como explicamos no último post

Centro de São Paulo

Se é verdade que os números não mentem jamais, é verdade também que alguns fatores escapam a eles. O cálculo do rental yield, por exemplo, não considera a possibilidade de o  imóvel ficar vago por algum tempo, a chamada vacância. Tampouco é contabilizado o custo de condomínio, que acaba recaindo sobre o proprietário quando não há contrato de locação vigente. Vale o mesmo para o IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano), que pode inclusive sofrer reajustes periódicos. Se o imóvel precisar de manutenção, será outro custo não computado. E os impostos sobre renda completam a lista dos gastos que ficam de fora dessa conta.

Então preste bem atenção em cada um desses pontos ao avaliar seu imóvel, e conte com a Yuca para obter as melhores soluções para proprietários. Aproveite e baixe nosso report O Mercado de Locações Residenciais em São Paulo, no Brasil e no Mundo, parceria da Yuca e o portal de conteúdos de real estate RExperts sobre o mercado imobiliário de locações residenciais com foco em long stay. 

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