Confira os cuidados mais importantes antes de assinar o contrato de aluguel

Você vai assinar um contrato de aluguel? Então, que bom que chegou até nosso artigo, porque esse é o tipo de coisa sobre a qual se deve pensar várias vezes antes de tomar a decisão final. Contratos são documentos feitos com base em lei. Ou seja: eles vão criar obrigações pro dono do imóvel e […]

Você vai assinar um contrato de aluguel? Então, que bom que chegou até nosso artigo, porque esse é o tipo de coisa sobre a qual se deve pensar várias vezes antes de tomar a decisão final.

Contratos são documentos feitos com base em lei. Ou seja: eles vão criar obrigações pro dono do imóvel e também pra você que está alugando.

É por isso que resolvemos escrever o conteúdo a seguir. Nos próximos parágrafos, mostraremos tudo o que você precisa saber antes de assinar um contrato de aluguel. Vamos lá?

Os primeiros passos ao alugar um imóvel

Pra alugar um imóvel, você vai precisar seguir alguns passos.

O primeiro é se certificar de que esse lugar atende às suas necessidades, como ter estrutura pra poder receber suas coisas pessoais, os alimentos e, principalmente, ser aconchegante.

Depois, é preciso ver se a localização do imóvel está de acordo com a sua rotina. Às vezes, compensa mais alugar um apartamento um pouco mais caro do que gastar uma fortuna com transporte todo mês, sem contar que há outras vantagens de morar perto do trabalho.

A outra questão é o próprio contrato de aluguel. Você deve ler com muita atenção cada letrinha do documento antes de “bater o martelo”.

É aí que muitas dúvidas começam a surgir. Afinal, nem todo mundo é especialista em direito pra analisar um contrato, não é verdade?

Chega a dar agonia só de lembrar a burocracia!

Por isso, é muito bom que você esteja lendo este artigo. Daqui pra frente vamos explicar tudo o que precisa saber antes de assinar um contrato de aluguel.

As obrigações do proprietário

A primeira coisa que você precisa saber é que em um contrato de aluguel existem obrigações tanto do dono do imóvel quanto do inquilino que são determinadas por lei. Vamos começar?

O proprietário precisa garantir que o imóvel está em perfeito estado de uso. Ele também é responsável por qualquer problema que tenha início antes do período de locação ou que não foi causados por você.

Além disso, o dono do imóvel é obrigado a fazer sua descrição completa antes de entregá-lo a você. Outra coisa que deixa muita gente em dúvida são as taxas, os impostos e o seguro.

Tudo isso é responsabilidade do proprietário, a não ser que esteja especificado o contrário no contrato de locação. É bom sempre ficar atento ao contrato!

Os deveres de quem aluga um imóvel

Do mesmo modo que a lei coloca algumas obrigações pro dono do imóvel, quem aluga tem seus deveres. O primeiro e mais óbvio é o pagamento em dia do aluguel.

Você também é responsável pelos danos que causar ao imóvel enquanto ele estiver alugado. Se estragar uma pintura ou algum móvel que já tinha na casa ou apartamento, a responsabilidade será sua, por exemplo.

Outro ponto que é importante deixar claro envolve as mudanças na estrutura do imóvel. Isso inclui novas pinturas, instalações de ar-condicionado, armários embutidos etc.

Todas essas iniciativas só podem ser tomadas se o dono do imóvel liberar. Em algumas situações, você pode instalar equipamentos ou fazer uma melhoria e ter o valor abatido, mas é algo que precisa ser combinado com o dono do imóvel, ok?

A garantia no contrato de aluguel

Alguns contratos de aluguel vão exigir garantia — que geralmente é de um dos dois tipos abordados abaixo.

Fiador

O fiador é a garantia de contrato de aluguel mais famosa que existe. A maioria dos proprietários exige esse tipo. Explicando de forma bem simples, o fiador é uma pessoa que se responsabiliza pelo pagamento do aluguel caso você não o faça.

Bem fácil de entender, não é verdade? Difícil mesmo é encontrar alguém que faça isso, principalmente quando você se muda pra uma cidade onde não tem um parente ou amigo muito próximo.

Seguro fiança

Outra forma comum de garantia é o seguro fiança. Nesse caso, em vez de uma pessoa, existe uma empresa seguradora que garantirá o pagamento do aluguel caso você atrase.

Parece bem legal, não é verdade? Só que há um detalhe importante: quem paga pelo serviço da seguradora é você.

Além dessas opções, existem outras menos comuns, como:

  • caução em depósito, que é um adiantamento de determinado número de aluguéis;
  • título de capitalização, muito parecido com o anterior, mas no qual o dinheiro é depositado em um título que rende juros;
  • cartão de crédito, que vem sendo muito comum. A desvantagem é que o valor do limite é consumido com a garantia.

O tempo de vigência de um contrato de aluguel

A lei não determina um prazo mínimo ou máximo que um contrato de aluguel deve durar. Trata-se de um acordo que deve ser feito entre o dono do imóvel e quem deseja alugar.

Porém, muitas imobiliárias ou corretoras de imóveis têm o costume de exigir um prazo de 30 meses pra que uma pessoa fique no imóvel. Isso não está errado, afinal você tem o direito de simplesmente não alugar o imóvel nessas condições.

O mais importante é saber conversar e combinar com o proprietário o prazo pelo qual o imóvel será alugado. Isso é um grande problema, porque nem sempre uma pessoa precisa ficar tanto tempo com um apartamento ou casa.

Se você quisesse apenas passar uma temporada em um bairro pra fazer determinado serviço, por exemplo, como ficaria? Vai pagar a multa pela quebra do contrato? Como é possível perceber, essa questão do prazo é bem complicada.

Por isso, às vezes existem alguns benefícios em dividir o apartamento. Assim, você não fica preso a prazos longos e tem mais liberdade pra sair do imóvel quando quiser.

Os cuidados com o reajuste do aluguel

Um ponto que você precisa observar com muita atenção na hora de assinar o contrato de aluguel é o reajuste. Sim: o locatário não vai ficar com um imóvel por mais de um ano pagando a mesma quantia.

Isso muda com o tempo e você precisa ficar muito atento pra não ser pego de surpresa. A primeira questão é que o reajuste deve estar escrito no contrato de aluguel.

Em segundo lugar, o valor deve ser ajustado de acordo com os indicadores oficiais. Um deles é o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), mas também existe o reajuste segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC). Tudo depende da escolha do dono do imóvel.

E nesse caso… tudo depende!

Outro ponto ao qual você deve atentar é a revisão do valor do seu contrato de aluguel. Quando ele está muito abaixo do preço que o mercado vem cobrando, o dono do imóvel pode fazer essa comparação e aumentá-lo.

A lei permite isso, mas é preciso ter atenção, pois o valor deve se manter dentro da realidade e não pode prejudicar o locatário — nesse caso, você.

As implicações da falta de pagamento

Agora, vamos falar um pouco sobre a inadimplência do contrato de aluguel. Afinal, por mais que você seja uma pessoa muito organizada, nem sempre é possível prever o futuro, concorda?

Isso significa que é preciso ler com atenção o que pode acontecer se faltar o pagamento de um ou mais meses de aluguel. Alguns proprietários simplesmente colocam que apenas um mês de atraso já é motivo pra que o locatário deixe o imóvel em determinado número de dias.

Então, leia com atenção a cláusula que trata desse assunto pra não ser pego de surpresa. Mesmo que você acredite com todas as suas forças que não vai atrasar, vale a pena dar uma olhadinha apenas por desencargo de consciência.

As cláusulas de rescisão contratual

Outra questão que ninguém olha no contrato de aluguel são as cláusulas de rescisão. Afinal, a pessoa não entra em um imóvel pensando em sair antes do contrato chegar ao fim, não é verdade?

Pra esse caso, o exemplo é o mesmo que mencionamos no outro tópico: você nunca sabe o dia de amanhã. Vai que surge uma oportunidade e seja necessário mudar de cidade?

Vai que…

Imagine que, se isso acontecer, vai precisar entregar um imóvel que foi alugado por 24 meses, mas você não leu no contrato de aluguel que terá de pagar uma multa de 50% dos meses restantes pra sair.

E aí, o que fazer? Viu como uma simples leitura pode evitar um grande prejuízo? Por isso, é importante ver com calma quais são as cláusulas de rescisão contratual antes de bater o martelo.

Não se esqueça de que essas cláusulas valem tanto pro locatário quanto pro dono do imóvel. Se ele decidir que não quer você morando no apê ou na casa dele e quiser pedir pra que saia, também pode acionar as cláusulas de rescisão, certo?

Geralmente, quando um contrato de aluguel é feito com uma pessoa física, essas questões de rescisão do contrato se tornam mais fáceis de serem resolvidas.

Dependendo da situação, é provável que o dono do imóvel nem queira que você pague essa multa rescisória. Se explicar que recebeu uma oportunidade importante pra sua vida, por exemplo, ele talvez abra mão da quantia.

Só que isso tudo é muito subjetivo, pois não há como saber o que se passa na mente de outra pessoa. Então, por via das dúvidas, sempre leia o contrato com muita atenção.

Se você perceber algum ponto da cláusula de rescisão contratual que seja abusivo, questione com o dono do imóvel. Caso ele não queira mudar, procure outro lugar pra morar.

Muitas vezes, vale mais a pena continuar procurando um imóvel ideal e que tenha um contrato adequado do que se arriscar e entrar em um acordo difícil de ser finalizado.

A quem você deve recorrer em caso de problemas

Se o meu direito for lesado no contrato de aluguel, quem devo procurar?

Uma coisa você precisa ter em mente: esse tipo de documento se torna uma lei entre as partes.

Logo, se tiver algum tipo de problema e o direito estiver ao seu lado, é possível procurar a justiça — com um bom advogado — pra reclamar algum ponto que não foi cumprido no seu contrato.

É claro que é desagradável quando a situação chega a esse ponto, mas existem situações que não dá pra suportar e a única opção é recorrer à lei.

A alternativa à locação de imóveis tradicional

Tudo isso parece muito chato, não é? Contrato de aluguel, garantias, fiador, prazo de locação, rescisão etc. Mas o que fazer? Como fugir de todas essas burocracias chatas?

Bom, existe um tipo de moradia que vem se tornando verdadeira tendência urbana nos grandes centros do mundo e já chegou com tudo no Brasil, principalmente pra quem quer morar em São Paulo.

São os Colivings, apartamentos compartilhados com quartos individuais. Mas você deve estar se perguntando: e qual a novidade? Afinal, já existe gente que divide apartamento!

A questão é que no Coliving a experiência é totalmente diferente. Em primeiro lugar, todo o processo de aluguel é 100% online, sem fiador, seguro fiança, cartão de crédito e todas essas burocracias.

Uma empresa que presta esse tipo de serviço é a Yuca. Nossos apartamentos, totalmente mobiliados e decorados, oferecem muito conforto!

Ah, esse é apenas um dos benefícios que nosso Coliving pode proporcionar. Você também não vai precisar se preocupar com o pagamento de água, luz, gás e internet ou a limpeza do seu imóvel.

Tudo isso já está incluso no valor do seu pacote mensal, que é fixo. Sabe mais o que temos pra você? Prazo de locação: o tempo mínimo pra permanência é de seis meses.

Nada de contratos de um, dois ou até três anos e com multas altíssimas pra sair antes do prazo. Tudo é muito simples e prático.

Além disso, a cada três meses de contrato você pode escolher outro quarto/apê Yuca pra morar caso tenha algum disponível.

Um sonho de casa!

Contar com um serviço como o do Coliving faz toda a diferença, não é verdade? Sem contar que não será preciso ficar preocupado com o cumprimento de todas aquelas cláusulas do contrato de aluguel.

E aí, ficou curioso pra conhecer um pouco mais sobre o Coliving? Vem falar com a gente! Estamos aguardando ansiosos pelo seu contato.

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