Investimentos imobiliários atraem pessoas físicas e crescem em incorporações e locações

A busca por rentabilidade acima da poupança e da inflação, combinada a conteúdos sobre educação financeira, explicam o apetite dos brasileiros por investimentos. Essa mudança se reflete numa maior procura por investimentos imobiliários. Soluções, como as oferecidas pela Yuca, rentabilizam ativos em locações de médio e longo prazos. E há a opção de investir em projetos em desenvolvimento por incorporadoras.

O apetite dos brasileiros por investimentos aumentou bastante nos últimos anos. A busca por rentabilidade acima da poupança e da inflação, combinada a novos conteúdos sobre educação financeira, ajudam a explicar o boom desse tema. Essa mudança de hábitos e de mentalidade se reflete também numa maior procura por investimentos imobiliários. Fundos imobiliários, imóveis voltados a aluguel de temporada e a compra para revenda são algumas das modalidades que ganharam fôlego. Soluções como as oferecidas pela Yuca rentabilizam ativos por meio de locações de médio e longo prazos com retorno garantido. E há ainda a opção de investir em projetos específicos, em desenvolvimento por incorporadoras.

Na B3, o crescimento de investidores pessoa física foi de espantosos 300% entre 2018 e 2021 – o número de CPFs operando saltou de 814 mil para 3,2 milhões. Em janeiro deste ano, já eram 5 milhões de contas que, somadas, correspondiam a 17% do total de recursos investidos. 

Assim como ocorreu na B3, as incorporadoras também passaram a aceitar pessoas físicas como investidores. A dificuldade e os entraves burocráticos para obter crédito bancário e o aumento de custos da construção civil fizeram com que muitas empresas tornassem as regras de adesão mais flexíveis, permitindo que CPFs adquirissem cotas de um ou mais projetos e desenvolvimento. O valor das participações, que costumava ser um obstáculo para a entrada desse perfil de investidor, vem sendo ajustado por empresas que buscam democratizar o modelo de negócio, como detalha uma reportagem publicada pelo Estadão.

Para tornar a empreitada mais atraente e segura para os investidores, incorporadoras buscam vender as cotas somente quando o projeto já está aprovado e em fase de construção. Mas como o lucro só vem quando as unidades são vendidas ao cliente final, cerca de dois anos depois do início da obra, é preciso encontrar quem não se intimide com riscos nem tenha pressa em obter retorno. 

O relatório da RExperts feito em parceria com a Yuca compara a rentabilidade de diversas modalidades e mostra que participar de uma incorporação significa alta exposição a riscos e, na melhor das hipóteses, rentabilidade de 16% ao ano. Já as locações de longo prazo oferecem 4,82% de rentabilidade ao ano com segurança e desempenho superior ao de aplicações como Tesouro Direto e CDB.

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