Locações no metaverso têm alta lucratividade e atraem cada vez mais grandes empresas

Já pensou em poder alugar um imóvel na realidade aumentada? É o que várias companhias de peso como McDonald’s e L’Oreal já estão fazendo.

A sua próxima locação pode ser no mundo virtual – mais precisamente no metaverso, em um dos edifícios que já estão sendo desenvolvidos em ambiente digital. Se inicialmente as transações imobiliárias do metaverso se resumiam a comprar áreas, hoje também é possível alugar parte delas ou até imóveis prontos.

O segmento vem se consolidando virtualmente a partir da atuação de empresas como a Admix, pioneira na oferta de locações na realidade paralela. Sediada em Londres, a companhia iniciou a compra de terrenos no metaverso ainda em 2017, por valores entre US$ 20 mil e US$ 1 milhão, via criptomoedas. Conforme a demanda global de áreas no metaverso segue aumentando, multiplicam-se a oportunidade de locar parte dessas propriedades para grandes marcas em busca de visibilidade no mundo digital.

Preço alto, lucro enorme

McDonald’s e L’Oreal estão entre as locatárias da Admix, que hoje cobra um mínimo de US$ 60 mil mensais pelo uso de seus espaços, como conta reportagem da Fast Company. Assim como no mundo real, metragem e localização impactam diretamente nos preços, mas os lucros superam de longe os negócios feitos em tijolo e concreto: podem representar até 70% do total contratado.

Segundo relatório da Meta Metrics Solutions, divulgado pelo Valor Econômico, foram movimentados globalmente US$ 501 milhões em transações imobiliárias no metaverso em 2021. No Brasil, começam a surgir experiências como incorporadoras que planejam investir até R$ 5 milhões em ambientes construídos digitalmente.

A velha lei da oferta e demanda

Os altos valores se justificam por uma máxima conhecida do mundo real, que agora comprova seu poder também na realidade virtual: a lei da oferta e demanda. Com grande liberdade de interações e uma curiosidade crescente entre pessoas do mundo todo, o metaverso vem ampliando rapidamente o número de usuários. Assim, cada vez mais marcas se mostram dispostas a expandir seu alcance para atingir esses consumidores digitais.

Esse ambiente se torna especialmente interessante do ponto de vista comercial por oferecer experiências bem mais inovadoras. Empresas do setor imobiliário, por exemplo, conseguem criar apartamentos decorados e estandes de vendas virtuais, tornando a visita de futuros compradores e locatários mais rica e convincente.

O universo 3D da Decentraland tem se mostrado o preferido do segmento imobiliário, uma vez que permite o uso de avatares, que são as personas digitais, interação entre usuários e a possibilidade de comprar e construir com blockchain pela plataforma Ethereum, uma das mais utilizadas pelo mercado.
A escalada das transações digitais indicam o potencial do mercado imobiliário em romper barreiras tanto físicas quanto financeiras, levando investidores do mundo todo a manterem o setor aquecido. Se você já é proprietário(a) ou quer investir para renda, conheça o que a Yuca tem a oferecer e surpreenda-se também com o que está por vir.

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