Tornar o planejamento urbano mais sustentável não é só uma necessidade, é uma urgência. De acordo com a ONU, em 10 anos, o número de cidades com mais de 10 milhões de habitantes, as chamadas megacidades, vai praticamente dobrar, chegando a 41. A previsão é que São Paulo concentre 22 milhões de pessoas até 2050. Como, então, é possível garantir moradia digna para tantas pessoas, com acesso à infraestrutura, proximidade de empregos e qualidade de vida?
Na capital paulista, o problema está relacionado, principalmente, à desigualdade social que afasta a população menos favorecida para áreas com poucas oportunidades e serviços. Se o centro expandido é bem estruturado e concentra os postos de trabalho, a maior parte da população vive nas periferias, com poucas opções de estudo, lazer e empregos, se deslocando em longos trajetos diários.
Buscando democratizar o acesso à moradia de qualidade e tudo mais que ela representa, São Paulo há anos tem implantado mecanismos de reorganização espacial. Um deles são as Operações Urbanas, que visam promover melhorias em regiões pré-determinadas da cidade através de parcerias entre o Poder Público e a iniciativa privada. A experiência paulistana com esse tipo de operação foi tão positiva que, inclusive, serviu de referência para a lei nacional.
Como as Operações Urbanas ajudam a tornar São Paulo mais inclusiva
O grande diferencial dessa iniciativa é que as áreas delimitadas por uma Operação Urbana podem receber mais edificações do que o previsto inicialmente a partir da venda de CEPACs (Certificados de Potencial Adicional de Construção), para a iniciativa privada. Na prática, as empresas compram autorizações que aumentam o potencial construtivo de seus projetos e o montante arrecadado pela prefeitura com a comercialização desses títulos é usado para financiar melhorias na infraestrutura e mobilidade desses perímetros.
O problema é que a criação de um estoque limitado de novas construções residenciais dispara os preços dos apartamentos lançados, o que vai de encontro ao propósito de atenuar as desigualdades socioambientais na cidade. A população que mais precisa perde o acesso à moradia de qualidade e as Operações Urbanas acabam perpetuando o ciclo de dificuldades que surge com a precarização da moradia.
Para enfrentar essas questões, a Yuca vem consolidando e ampliando a oferta de moradia social por meio das Habitações de Interesse Social (HIS). O objetivo é democratizar o acesso à cidade através de apartamentos prontos para locação, com preços acessíveis e situados em bairros bem localizados.
O compromisso da Yuca com as HIS
Diferente de grande parte dos projetos voltados para o setor de HIS que focam na venda, os apartamentos da Yuca são para locação, o que torna o processo mais inclusivo e também mais rápido, com aprovação em cinco dias. Outra vantagem é que as HIS da Yuca incluem despesas fixas de água, luz e condomínio, ajudando as famílias a controlarem melhor seu orçamento.
Já são 40 unidades na Zona Leste e mais 100 em Santo Amaro. A meta da Yuca é que ao menos 30% de seu portfólio seja de apartamentos HIS, contribuindo para uma São Paulo menos desigual e mais justa. Afinal, se nossa missão é revolucionar a vida de quem mora na cidade, precisamos atender todos aqueles que estão nela. Para receber essa e outras novidades da Yuca em primeira mão, inscreva-se na nossa newsletter e continue nos acompanhando aqui no blog!
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