No Brasil, quem investiu em residencial se saiu melhor do que na renda fixa

No Brasil, o tempo está a favor do investidor imobiliário, é o que apontam análises sobre a rentabilidade desse mercado nas últimas décadas. 
Um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) indica que, entre 2009 e 2019, a média de valorização dos imóveis foi de 9,4% ao ano, batendo aplicações atreladas ao CDI. Muito mais do que sorte, os números indicam a consistência desse tipo de investimento mesmo ao longo de cenários econômicos bem distintos. 

No Brasil, o tempo está a favor do investidor imobiliário, é o que apontam análises sobre a rentabilidade desse mercado nas últimas décadas. 

Um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) indica que, entre 2009 e 2019, a média de valorização dos imóveis foi de 9,4% ao ano, batendo aplicações atreladas ao CDI. Muito mais do que sorte, os números indicam a consistência desse tipo de investimento mesmo ao longo de cenários econômicos bem distintos. 

Ou seja, mesmo no atual momento de incertezas sobre o próximo ciclo, o mercado imobiliário oferece soluções de rendimento consistentes e cada vez mais inovadoras, como falaremos mais adiante. Antes de passarmos a elas, vale a pena nos aprofundarmos um pouco mais sobre as razões que explicam essa ótima performance no longo prazo.

Valorização contínua

Com dezenas de planos econômicos fracassados e histórico de hiperinflação e volatilidade cambial, o Brasil sempre se mostrou desafiador para os investidores. Chama a atenção, no entanto, que as alternativas em ativos imobiliários tenham se mantido rentáveis mesmo nos cenários mais turbulentos.

Os dez anos detalhados no estudo da Abrainc, por exemplo, podem ser divididos em dois grandes momentos. Um primeiro de otimismo, entre 2009 e 2014, quando houve um boom imobiliário, e o segundo entre 2015 e 2019, anos da mais grave crise econômica registrada no país até hoje. Apesar das perdas causadas por esse segundo momento, os ganhos médios ainda ficaram acima de diversos produtos oferecidos pelo mercado financeiro.

Fonte: Abrainc, Fipezap, BC

Durante o boom imobiliário, a valorização anual alcançou quase 25% sobre o preço de compra. Ou seja, um apartamento avaliado em R$ 800 mil passou a valer R$ 1 milhão em apenas doze meses. A partir de 2015, a variação caiu para cerca de 1%, piorando a partir de 2017 para patamares negativos. A desvalorização foi pouca, de apenas 0,5% e 0,1% por ano, e não comprometeu a análise de longo prazo, comprovando a resiliência desse mercado.

O Banco de Compensações Internacionais (ou BIS, na sigla em inglês), chegou a uma constatação semelhante. A instituição serve de apoio a Bancos Centrais e auxilia autoridades financeiras do mundo todo. Um de seus estudos comparou o mercado imobiliário de 54 países ao longo do tempo e concluiu que, no Brasil, a valorização imobiliária anual superou o patamar de 20% entre 2008 e 2011, acumulando 121% no período.

A valorização foi impulsionada principalmente pelo aumento da oferta de crédito, que por sua vez fez crescer a demanda, acarretando no aumento de preços. De 2010 a 2011, a alta no volume de financiamentos foi de 42%, totalizando R$ 79,9 bilhões e 493 mil unidades. Como resultado, o preço dos imóveis subiu 26% no mesmo período, de acordo com o Índice FipeZap. A expansão seguiu nos anos subsequentes, embalada pelo baixo desemprego, crescimento da renda e baixa inadimplência.

Quando os ventos viraram em 2015, o crédito ficou mais difícil e os juros subiram, favorecendo aplicações em renda fixa. Com o risco do desemprego e a pressão da inflação, menos pessoas se mostraram aptas ou encorajadas a contratar financiamento, situação bem parecida com o cenário atual. Mesmo assim, o tempo mostrou que quem conseguiu manter seus ativos foi recompensado no longo prazo, comprovando que o investimento imobiliário é um dos mais consistentes entre as opções disponíveis no país.

Para encurtar caminhos e fortalecer a confiança do investidor, a Yuca oferece um portfólio de imóveis performados, composto por unidades residenciais que já comprovaram na prática oferecer taxas de retorno acima da média do mercado. 

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